Sob o comando do conservador Pedro Passos Coelho, o governo português tomou uma das mais drásticas decisões da história recente da nação. Os governantes tomaram a decisão de aumentar bruscamente o valor dos impostos afim de recolher mais dinheiro visando amenizar a crise econômica vivida pelo país nos tempos atuais.
Sejamos simples e direto: o governo português toma uma atitude ridícula, perde por completo o apoio das camadas sociais mais baixas e a ação que visa melhorar o ambiente interno contribui para conturbá-lo ainda mais.
É mais do que provável que esse aumento nos impostos faça com que uma parcela da população tenha que doar praticamente, se não completamente, todo o seu salário para o governo. Enquanto é claro que os mais ricos não sentirão tanto assim o peso da mudança. Um absurdo.
Isso sem contar o fato de que, atualmente, 16% dos portugueses encontram-se desempregados. Uma taxa altíssima que não conta com tantos planos de queda a curto prazo. Ou seja, do que adianta aumentar os impostos se uma parte considerável do povo não terá nenhuma condição de pagar?
Por fim, talvez, o ponto mais considerável de tudo. Com a crise, é sabido de todos que a classe média, maior camada social, é a classe mais prejudicada e se a fase já é péssima fica ainda pior com o aumento dos tributos. Péssimo para o governo que vê sua imagem ficar ainda mais suja em relação a tal classe.
O primeiro-ministro Pedro Passos Coelho e os demais governantes vão desgastando cada vez mais a sua imagem em relação a toda população. O gradativo aumento nos impostos pode ser a gota d' água para que a rejeição ao governo atual domine por completo a população.
Por: Felipe Ferreira
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